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Archive for the ‘Meio Ambiente’ Category

Paisagismo valoriza reforma da praça

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Praça Antônio João abriga espécies como cerejeiras, símbolo do Japão, entre outras que serão mantidas
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Cerejeira coberta de flores se destaca na praça Antônio João, no centro de Dourados

Maria Lucia Tolouei

DOURADOS – O projeto de revitalização da Praça Antônio João tem como aliado uma proposta de paisagismo que prevê a manutenção da maioria das espécies vegetais no interior e entorno do espaço público que hoje está bastante deteriorado pela ação humana e do tempo. Segundo a engenheira agrônoma Rosilene Bertiopaglia Ferreira a idéia é preservar quase tudo, à exceção de duas palmeiras em processo deterioração, que cresceram ao lado da fonte luminosa desativada há anos.
A praça central de Dourados abriga uma variedade de espécies, como ipês brancos e as cerejeiras, símbolo do Japão. De olho na preservação das árvores, hoje sufocadas pelo concreto e a iluminação artificial noturna, o novo paisagismo prevê a ampliação da área de vegetação rasteira para arejar o local.
O viveiro municipal disponibiliza espécies como calêndulas, margaridas, flocos e as perpétuas, para preencher os canteiros ao longo da nova praça, prevista para ser entregue no próximo ano, e que pretende garantir o acesso a pessoas deficientes.
De acordo com o secretário de Habitação e Serviços Urbanos, Jorge Hamilton Torraca, o projeto está orçado em R$ 1,5 milhão, dos quais R$ 400 mil são contrapartida do município à verba federal. A primeira etapa da obra reconstruiu o calçadão da Catedral, que começa a apresentar rachaduras por conta do tráfego não autorizado de veículos nos finais de semana. Inclui também o novo calçamento do entorno da praça. Torraca diz que a obra agora parou, por conta do momento eleitoral, mas garante que deverá ser retomada depois de outubro e entregue ano que vem.
A diversidade da vegetação presente nas praças e nos canteiros centrais competem com as milhares de árvores plantadas nas ruas e quintais, cerca de 270 mil, calcula a agrônoma.
Rosilene Bertiopaglia Ferreira diz que, seguramente, Dourados é uma das cidades mais arborizadas do país. “A professora da Unesp de Jaboticabal e doutora em arborização, Maria Esmeralda Dematê, esteve na cidade para ministrar palestra durante a Semana do Meio Ambiente e disse que, neste setor, Dourados está à frente de grandes centros urbanos”, comemora a agrônoma.
Apesar disto, a cidade enfrenta inúmeros problemas ainda, com a “desertificação” de alguns bairros nobres onde as árvores estão desaparecendo por conta da deterioração ou ainda para dar lugar ao concreto das novas calçadas.
O plano de arborização intensificado na década de 70, e que fazia parte do Projeto Cura, do Governo Federal, não levou em conta a diversidade. Plantou milhares de sibipirunas que cresceram rapidamente, avançando sobre a rede de distribuição de energia elétrica. Elas vêm sofrendo podas radicais e atraindo cupins que facilmente invadem o madeiramento das casas e causam prejuízos. Por conta da predominância desta espécie, caso a cidade fosse atacada por uma praga, perderia rapidamente grande parte da cobertura vegetal, lembra a agrônoma.
Outro problema, em Dourados, é o vandalismo. Só a Enersul, que compensa as podas das árvores plantando outras, colocou nas ruas cerca de 25 mil mudas, das quais hoje só restam em torno de cinco mil. “Quebram, furtam, queimam… No prolongamento da Coronel Ponciano até a BR 163 não sobrou nenhuma”, lamenta a agrônoma.

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Julho 18, 2008 em 4:53 pm

Publicado em Dourados, Meio Ambiente

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Publicações gratuitas divulgam a ciência das águas

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Levar conhecimentos sobre uma bacia hidrográfica para dentro da sala de aula foi o incentivo para que pesquisadores da UFMS e convidados produzissem o livro e CD-Rom Pé na Água – uma abordagem transfronteiriça da Bacia do Apa, a cartilha infanto-juvenil: Um Mergulho na Bacia do Apa – água, natureza e educação ambiental (português e guarani) e a Revista Aguapé – especial Apa. O lançamento está marcado para quarta-feira, dia 25 de junho, às 20 horas, no anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS) da UFMS.

A bacia hidrográfica é considerada a unidade de planejamento para gerenciar de forma eficiente a conservação das águas. Mas ainda são poucos os conhecimentos locais divulgados para auxiliar a população a entender seu papel na conservação das bacias. Entre outros aspectos, a bacia do Apa foi escolhida por sua dimensão acessível aos pesquisadores (cerca de 15 mil Km2) e pela característica transfronteiriça, com área no Brasil e Paraguai. O material será distribuído gratuitamente nas escolas dos municípios brasileiros da bacia do Apa: Antônio João, Caracol, Bela Vista, Ponta Porã, Porto Murtinho, Jardim e Bonito. Leia o resto deste post »

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Junho 24, 2008 em 1:38 pm

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Mudanças climáticas fazem Flor de Maio florescer em junho

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Schulumbergera Truncata é o nome científico, mas todos conhecem a encantadora flor pelo nome de “Flor de Maio”. Ganhando este nome pela época em que costumava florescer, a flor de maio pode ser observada nas mais variadas cores, como vermelha, branca, amarela e rosa. As mudanças no período do florescimento da planta ocorrem por conta das mudanças climáticas. É o que afirma Hélio Rinaldi. Os 30 anos de trabalha no ramo fizeram Hélio obter experiência observando as plantas.

“A ação do homem faz algumas mudanças na natureza, e estas mudanças climáticas afetam as plantas’, observa Hélio. Segundo ele, as mudanças de “comportamento” das plantas variam de acordo com as mudanças climáticas e podem ser observado, como exemplo, pelos ipês, que há alguns anos tem florescido mais cedo. Leia o resto deste post »

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Junho 24, 2008 em 1:37 pm

Água de poços continua contaminada

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Pesquisadores analisam água de poços de Dourados e constatam contaminação

Em Dourados, 60% dos poços analisados pela Vigilância Sanitária apresentam contaminação

DOURADOS – Dados da Vigilância Sanitária de Dourados apontam que 60% dos poços artesianos provenientes de estabelecimentos do centro da cidade, não estão tratados com cloro e colocam em risco a saúde dos usuários.
De acordo com o coordenador da Vigilância, Valdir Gasparotto, dos 90 cadastrados, como restaurantes, hotéis, escolas, hospitais e edifícios residenciais, apenas 35 estão tratados. Leia o resto deste post »

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Junho 23, 2008 em 3:12 pm

Armadilha para mosquito – LUTA CONTRA DENGUE

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Junho 6, 2008 em 1:49 pm

Publicado em Meio Ambiente, Pet, Saúde

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Dourados é a cidade mais arborizada do Estado

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Foto:Romen Barleta
Ipês floridos, uma das belezas naturais da cidade

O prefeito Laerte Tetila disse que Dourada é a cidade mais arborizada de Mato Grosso do Sul com cerca de sessenta metros quadrados de área verde para cada habitante. A afirmação foi feita durante a solenidade de abertura da IX Semana do Meio Ambiente e da XII Eco Dourados realizada na noite de segunda-feira (02) no Teatro Municipal. Leia o resto deste post »

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Junho 4, 2008 em 1:40 pm

Publicado em Dourados, Meio Ambiente

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Semana do alimento orgânico em Mato Grosso do Sul

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Segunda-feira, 19 de maio de 2008 – 11h38m
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A organização está sob responsabilidade da Comissão Estadual da Produção Orgânica em Mato Grosso do Sul, coordenada pela Superintendência Federal da Agricultura do MS.

Alberto FeidenA programação da Semana Nacional do Alimento Orgânico começa na segunda-feira ( 26 ) em todos os Estados brasileiros. No Mato Grosso do Sul, organizadores do evento apostaram em uma estratégia descentralizada para ampliar a divulgação da produção orgânica.
A organização está sob responsabilidade da Comissão Estadual da Produção Orgânica em Mato Grosso do Sul, coordenada pela Superintendência Federal da Agricultura do MS.
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Maio 19, 2008 em 5:37 pm

Sanesul entrega estação de esgoto em fevereiro

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Barbosa e Odilon conferem o andamento das obras da ETE Água Boa. Foto: Hedio Fazan

Primeira etapa de obras da Sanesul vai consumir R$ 6 milhões em melhorias do sistema de esgoto e água
“Ao todo serão investidos
R$ 53 milhões em obras”

DOURADOS – A primeira etapa das obras da Sanesul de ampliação da Estação de Tratamento e Esgoto (ETE) do Jardim Água Boa em Dourados, iniciada com atraso, será entregue em fevereiro de 2009, afirma o diretor-presidente da Sanesul, José Carlos Barbosa. Ao todo serão investidos R$ 53 milhões em obras. Os recursos são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com contrapartida da Sanesul, e abrange os sistemas de água e esgotamento sanitário. Leia o resto deste post »

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Maio 19, 2008 em 5:36 pm

Publicado em Dourados, Meio Ambiente

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Destruição da natureza custa R$ 5 trilhões por ano

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A destruição da natureza acarreta ao mundo danos no valor de aproximadamente 2 trilhões de euros ao ano, cerca de R$ 5 trilhões, segundo um estudo da ONU. Os resultados provisórios deste estudo sobre os custos globais da perda de espécies e espaço vital serão apresentados na conferência da ONU sobre Biodiversidade que começa nesta segunda-feira, na Alemanha.

Segundo o estudo, ao qual teve acesso o semanário alemão Spiegel, a perda da biodiversidade custa por ano 2 trilhões de euros.

“Os pobres no mundo são os que pagam a maior parte” destas perdas, assinala Pavan Sukhdev, diretor do estudo. Segundo o analista, isto acontece porque são precisamente os países mais pobres que mais sofrem com a perda de biodiversidade, como o desaparecimento de riquezas naturais cujo valor chega à metade da riqueza econômica dessas nações.

FONTE: DouradosInforma.com.br

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Maio 18, 2008 em 2:34 am

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Greenpeace esclarece algumas dúvidas sobre Transgênicos:

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O que são transgênicos?
Os organismos geneticamente modificados (OGMs), também conhecidos como transgênicos, são frutos da engenharia genética criada pela moderna biotecnologia. Um organismo é chamado de transgênico, quando é feita uma alteração no seu DNA – que contém as características de um ser vivo. Por meio da engenharia genética, genes são retirados de uma espécie animal ou vegetal e transferidos para outra. Esses novos genes introduzidos quebram a seqüência de DNA, que sofre uma espécie de reprogramação, sendo capaz, por exemplo, de produzir um novo tipo de substância diferente da que era produzida pelo organismo original.
O que é a engenharia genética aplicada aos alimentos?
A engenharia genética permite que cientistas usem os organismos vivos como matéria-prima para mudar as formas de vida já existentes e criar novas. Um gene é um segmento de DNA que, combinado com outros genes, determina a composição das células. Um gene possui uma composição química que vai determinar o seu comportamento. Como isso é passado de geração em geração, a descendência herda estes traços de seus pais. Desenvolvendo-se constantemente, os genes permitem que o organismo se adapte ao ambiente. Este é o processo da evolução.
A engenharia genética utiliza enzimas para quebrar a cadeia e DNA em determinados lugares, inserindo segmentos de outros organismos e costurando a seqüência novamente. Os cientistas podem “cortar e colar” genes de um organismo para outro, mudando a forma do organismo e manipulando sua biologia natural a fim de obter características específicas (por exemplo, determinados genes podem ser inseridos numa planta para que esta produza toxinas contra pestes). Este método é muito diferente do que ocorre naturalmente com o desenvolvimento dos genes. O lugar em que o gene é inserido não pode ser controlado completamente, o que pode causar resultados inesperados uma vez que os genes de outras partes do organismo podem ser afetados.
O aumento da preocupação com a ética e os riscos envolvendo a engenharia genética são muitos. Primeiro porque os genes são transferidos entre espécies que não se relacionam, como genes de animais em vegetais, de bactérias em plantas e até de humanos em animais. Segundo porque a engenharia genética não respeita as fronteiras da natureza – fronteiras que existem para proteger a singularidade de cada espécie e assegurar a integridade genética das futuras gerações. Leia o resto deste post »

Escrito por ROTEIRO

Abril 29, 2008 em 9:11 pm